Evaluación de rendimiento de scores pronósticos en 1° y 2° ola de neumonía COVID-19

INTRODUÇÃO: A estratificação de risco na COVID-19 é crucial. O objetivo foi avaliar e comparar o desempenho de escores prognósticos para seus respectivos desfechos (mortalidade ou progressão para gravidade) em pacientes hospitalizados durante a primeira e a segunda onda pandêmica em Córdoba, Argenti...

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Autores principales: Reyna, Santiago María Tomás, Zlotogora, Melani, Correa Barovero, María Antonella, Wendebourg, Milagros, Badariotti, Hernán, Cavalli Alessandria, Valentina, Roggero, Matías, Venencia, Ricardo, Torino, Giuliana, Cravero, Constanza, Kahn, Nicole Marie, De Leonardi, Paula, Rodríguez Bonazzi, Silvina, Tarditi, Ayelén, Douthat Barrionuevo, Augusto, Villada, Sofía María, Fernández, Pehuén, Albertini, Ricardo Arturo, Saad, Emanuel José, Wendenbourg, Milagros, Cavalli, Valentina, Douthat y Barrionuevo, Augusto
Formato: Artículo revista
Lenguaje:Español
Publicado: Universidad Nacional Córdoba. Facultad de Ciencias Médicas. Secretaria de Ciencia y Tecnología 2026
Materias:
Acceso en línea:https://revistas.unc.edu.ar/index.php/med/article/view/49105
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Descripción
Sumario:INTRODUÇÃO: A estratificação de risco na COVID-19 é crucial. O objetivo foi avaliar e comparar o desempenho de escores prognósticos para seus respectivos desfechos (mortalidade ou progressão para gravidade) em pacientes hospitalizados durante a primeira e a segunda onda pandêmica em Córdoba, Argentina. MATERIAIS E MÉTODOS: Estudo de coorte retrospectivo em um hospital de nível terciário. Foram incluídos adultos com pneumonia por COVID-19. A evolução foi comparada entre a primeira (março/2020-fevereiro/2021) e a segunda onda (março/2021-dezembro/2021). A discriminação de cada escore para seu desfecho específico (mortalidade em 28/30 dias ou progressão) foi avaliada por meio de análise da curva ROC. RESULTADOS: De 1176 pacientes, a mortalidade em 30 dias foi menor na segunda onda (16.9% vs. 28.8%; p<0.001). O escore 4C e o PSI/PORT mostraram a melhor discriminação para mortalidade (AUC ~0.84) de forma estável em ambas as ondas. Em pacientes sem doença grave inicial, o CALL Score demonstrou uma discriminação aceitável para predizer a progressão para gravidade (AUC 1ª onda: 0.71; 2ª onda: 0.67). CONCLUSÃO: Existiram diferenças significativas no perfil dos pacientes e na mortalidade entre as duas ondas. Os escores prognósticos para mortalidade (4C, PSI/PORT) e para progressão (CALL Score) mantiveram sua validade clínica em diferentes ondas pandêmicas. Demonstraram ser ferramentas robustas para a estratificação de risco de acordo com seus respectivos desfechos, apesar das mudanças no perfil dos pacientes e do estado de vacinação.