Evaluación de rendimiento de scores pronósticos en 1° y 2° ola de neumonía COVID-19
INTRODUÇÃO: A estratificação de risco na COVID-19 é crucial. O objetivo foi avaliar e comparar o desempenho de escores prognósticos para seus respectivos desfechos (mortalidade ou progressão para gravidade) em pacientes hospitalizados durante a primeira e a segunda onda pandêmica em Córdoba, Argenti...
Guardado en:
| Autores principales: | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , |
|---|---|
| Formato: | Artículo revista |
| Lenguaje: | Español |
| Publicado: |
Universidad Nacional Córdoba. Facultad de Ciencias Médicas. Secretaria de Ciencia y Tecnología
2026
|
| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://revistas.unc.edu.ar/index.php/med/article/view/49105 |
| Aporte de: |
| Sumario: | INTRODUÇÃO: A estratificação de risco na COVID-19 é crucial. O objetivo foi avaliar e comparar o desempenho de escores prognósticos para seus respectivos desfechos (mortalidade ou progressão para gravidade) em pacientes hospitalizados durante a primeira e a segunda onda pandêmica em Córdoba, Argentina.
MATERIAIS E MÉTODOS: Estudo de coorte retrospectivo em um hospital de nível terciário. Foram incluídos adultos com pneumonia por COVID-19. A evolução foi comparada entre a primeira (março/2020-fevereiro/2021) e a segunda onda (março/2021-dezembro/2021). A discriminação de cada escore para seu desfecho específico (mortalidade em 28/30 dias ou progressão) foi avaliada por meio de análise da curva ROC.
RESULTADOS: De 1176 pacientes, a mortalidade em 30 dias foi menor na segunda onda (16.9% vs. 28.8%; p<0.001). O escore 4C e o PSI/PORT mostraram a melhor discriminação para mortalidade (AUC ~0.84) de forma estável em ambas as ondas. Em pacientes sem doença grave inicial, o CALL Score demonstrou uma discriminação aceitável para predizer a progressão para gravidade (AUC 1ª onda: 0.71; 2ª onda: 0.67).
CONCLUSÃO: Existiram diferenças significativas no perfil dos pacientes e na mortalidade entre as duas ondas. Os escores prognósticos para mortalidade (4C, PSI/PORT) e para progressão (CALL Score) mantiveram sua validade clínica em diferentes ondas pandêmicas. Demonstraram ser ferramentas robustas para a estratificação de risco de acordo com seus respectivos desfechos, apesar das mudanças no perfil dos pacientes e do estado de vacinação. |
|---|