A verdade como escrita de uma perda: o analista entre o universal e o particular
Para Lacan, o inconsciente é efeito de uma formalização que busca um saber sem sujeito e é a partir do dispositivo da transferência que se pode dar um destinatário a esse saber, na medida em que se supõe um sujeito em relação a tal articulação autônoma. Isso confere um papel para o analista que fund...
Guardado en:
| Autor principal: | |
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| Formato: | Artículo revista |
| Lenguaje: | Español |
| Publicado: |
Facultad de Psicología. Cátedra de Psicopatología I
2025
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://revistas.unc.edu.ar/index.php/pathos/article/view/50895 |
| Aporte de: |
| Sumario: | Para Lacan, o inconsciente é efeito de uma formalização que busca um saber sem sujeito e é a partir do dispositivo da transferência que se pode dar um destinatário a esse saber, na medida em que se supõe um sujeito em relação a tal articulação autônoma. Isso confere um papel para o analista que fundament(a) o dispositivo analítico nessa suposição de um saber articulável e legível. Assim, o desejo do analista é uma condição necessária, mas também contingente na produção do inconsciente, uma construção peculiar de universalidade, já que o objeto a implica uma função particular que faz do real um referente indefinível na produção de um novo sentido, desafiando a noção de saber totalizante como fundamento da ética do tratamento. Veremos como isso implica considerar os efeitos de presença produzidos pelo lugar vazio, bem como a perda como condição do que é produzido. |
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