A última floresta: elos e sonhos socioambientais compartilhados
Esta pesquisa constitui uma análise fílmica sobre o longa-metragem brasileiro A última floresta (2021), desenvolvido através da parceria entre a equipe do cineasta Luiz Bolognesi e a comunidade indígena Yanomami, dentro da floresta Amazônica. A seleção do filme como objeto de estudo deve-se ao modo...
Guardado en:
| Autor principal: | |
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| Formato: | Artículo revista |
| Lenguaje: | Español |
| Publicado: |
Editorial de la Facultad de Artes, Universidad Nacional de Córdoba
2024
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://revistas.unc.edu.ar/index.php/toma1/article/view/47089 |
| Aporte de: |
| Sumario: | Esta pesquisa constitui uma análise fílmica sobre o longa-metragem brasileiro A última floresta (2021), desenvolvido através da parceria entre a equipe do cineasta Luiz Bolognesi e a comunidade indígena Yanomami, dentro da floresta Amazônica. A seleção do filme como objeto de estudo deve-se ao modo como ele enuncia a situação de violência, dizimação e abandono que os Yanomami foram submetidos nos últimos anos. Serão evidenciados aspectos narrativos, estéticos e políticos da obra realizada de forma compartilhada e híbrida. O caminho conceitual busca reconhecer características fundantes do cinema socioambiental, bem como problematizar a arte, especialmente o cinema, como lugar de resistência e luta na defesa da natureza. |
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