Educação do campo, movimentos sociais e a luta pela democratização da educação superior: os desafios da universidade pública no Brasil

Main Author: Barbosa, Lia Pinheiro - Autor/a
Format: No definido Doc. de trabajo / Informes
Published: CLACSO 2014-12-04
Buenos Aires
Argentina
Subjects:
Online Access: http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/collect/clacso/index/assoc/D10250.dir/EnsaioPremioKrotschLPB.pdf
building CLACSO
institution Red de Bibliotecas Virtuales de Ciencias Sociales (CLACSO)
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author Barbosa, Lia Pinheiro - Autor/a
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EDUCAÇÃO
EDUCAÇÃO DO CAMPO
MOVIMENTOS SOCIAIS
EDUCAÇÃO SUPERIOR
UNIVERSIDADES PÚBLICAS
POLÍTICAS PÚBLICAS
REFORMA AGRARIA
Educação do campo, movimentos sociais e a luta pela democratização da educação superior: os desafios da universidade pública no Brasil
A história recente do Brasil está perpassada por um fértil debate acerca da democratização do acesso à educação. No âmbito dessa discussão emerge a luta específica pelo direito à educação para os povos do campo, convocada pelo Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST) e articulada a outros movimentos sociais do campo. Assim, nasce a proposta da Educação do Campo, conceito e princípio que denuncia a histórica contradição sociocultural e política entre campo e cidade. A Educação do Campo constitui um projeto de desenvolvimento sociocultural e econômico para o campo brasileiro; uma concepção de educação vinculada ao conjunto de saberes, à cultura e à identidade dos povos do campo. Uma primeira conquista constitui a demarcação de um marco-legal para a Educação do Campo e a instituição do Programa Nacional de Educação para a Reforma Agrária – PRONERA, programa que garante o financiamento de projetos específicos para atender as demandas educativas dos povos do campo, entre elas, aquelas relacionadas à democratização do acesso à Educação Superior. O presente ensaio visa aprofundar esse debate, focalizando os seguintes eixos de análise: Identificar as matrizes epistêmicas da Educação do Campo e suas interfaces na universidade pública brasileira; Caracterizar os sujeitos educativo-políticos que articulam a Educação do Campo no Brasil; Evidenciar as formas de articulação entre movimento social e Estado, com destaque para os avanços, limites e tensões existentes no âmbito da política pública, no processo de implementação dos projetos educativos financiados pelo PRONERA, em especial na universidade.
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contents A história recente do Brasil está perpassada por um fértil debate acerca da democratização do acesso à educação. No âmbito dessa discussão emerge a luta específica pelo direito à educação para os povos do campo, convocada pelo Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST) e articulada a outros movimentos sociais do campo. Assim, nasce a proposta da Educação do Campo, conceito e princípio que denuncia a histórica contradição sociocultural e política entre campo e cidade. A Educação do Campo constitui um projeto de desenvolvimento sociocultural e econômico para o campo brasileiro; uma concepção de educação vinculada ao conjunto de saberes, à cultura e à identidade dos povos do campo. Uma primeira conquista constitui a demarcação de um marco-legal para a Educação do Campo e a instituição do Programa Nacional de Educação para a Reforma Agrária – PRONERA, programa que garante o financiamento de projetos específicos para atender as demandas educativas dos povos do campo, entre elas, aquelas relacionadas à democratização do acesso à Educação Superior. O presente ensaio visa aprofundar esse debate, focalizando os seguintes eixos de análise: Identificar as matrizes epistêmicas da Educação do Campo e suas interfaces na universidade pública brasileira; Caracterizar os sujeitos educativo-políticos que articulam a Educação do Campo no Brasil; Evidenciar as formas de articulação entre movimento social e Estado, com destaque para os avanços, limites e tensões existentes no âmbito da política pública, no processo de implementação dos projetos educativos financiados pelo PRONERA, em especial na universidade.
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